Cancelei minha assinatura experimental-semestral do JB. Ao mesmo tempo em que a revolta pelo descaso com o assinante (que não recebe nunca os dvd´s prometidos ao realizar a assinatura, além de não receber alguns exemplares que nunca são repostos) se manifesta, rola uma certa nostalgia pela incerteza da leitura dos artigos envolventes, assinados pela Maria Lucia Dahl, às sextas, e João Paulo Cuenca, aos sábados. São sempre artigos bem escritos, que me fazem refletir sobre minha criatividade literária... E me remetem à tarefa de escrever bem coisas simples, tornando-as interessantíssimas. Acho fantástico... As revistas do fim de semana também terão suas ausências sentidas! Assim como a imparcialidade do jornal. Sem contar a coluna do Vagner, do Cajê e da Helô, que também é super legal. Mas tem uma colunista específica do domingo que vou te contar... ninguém merece!! Mas não serei indelicado citando o nome da moça, que dita regras e modos cariocas. Só se for pras amigas dela, restritas ao itinerário Zona Sul – Barra. Ah, devem ir à Lapa também, já que está na moda!
Ainda assim, a assinatura era bacana. Comodidade, garantia de inserção global (como se isso aqui também não fosse...), treino de leitura / produção de textos, enfim, tudo aquilo que um jornal diário oferece ao leitor - principalmente o que estuda Jornalismo. É quase que uma obrigação ler os diários locais. Um professor já declarou que estamos condenados a ler jornais até o dia de nossa morte. Ter conhecimento é o mínimo esperado de um profissional de Comunicação! Talvez eu faça uma do Globo daqui a um tempo... O problema é arrumar tempo para ler tudo o que preciso. Ando lendo um guia contra vampirismo: “Inveja - Mal secreto”, do Zuenir Ventura, que nem chega a ser um manual preventivo, mas uma boa discussão sobre o tema. Aliviar meu Anjo da Guarda tem sido cada vez mais necessário. Ainda preciso fazer o trabalho de História da Arte, pro dia 17!! Putz, fazer coisas legais de forma obrigatória é muito chato... Dei uns orles com a Jane e o Pedro – do Iguatemi ao Méier, passando pelo Mirante do Leblon e Cobal do Humaitá. Deliciosa a pizza do Pizza Park, mas cara e insuficiente para três famintos... hehehehe. Só o cachorrão do Méier salva! Gravei outros lances por aí, e terminei o calendário negro do mês de Novembro pro site do AfroReggae. Estamos produzindo, sim, obrigado. E as coisas hão de melhorar!
Escrito por Bruno às 19h11
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